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quarta-feira, 16 de junho de 2010

A ÚLTIMA QUE MORRE É A ESPERANÇAS!!!

Bom começo dizendo que, Brasília de Juscelino Kubitschek, na inauguração de Brasília em 21 de abril de 1960, falo que pesou, sobretudo, em meu ânimo, a certeza de que era chegado o momento de estabelecer o equilíbrio do PAÍS, promover seu progresso harmônico, prevenir o perigo de uma excessiva desigualdade no desenvolvimento das diversas regiões brasileiras, forçando o ritmo de nossa interiorização. Digo que, o Brasil era um pais “OCO”, envolvido por um enorme litoral, onde se pipocavam cidades, progresso e crescentes dramas urbanos. Brasília não resolveu, mas foi um bom passo para a previsão de JK de melhor equilíbrio e interiorização.. Pergunto: como estariam, por exemplo, Goiás e os dois "Mato Grosso" sem a ousadia de JK, e sem a prioridade ao agro negócio na partir dos anos 1970? E a integração entre as regiões? E entre nós brasileiros? Concluo que, passaram-se 50 anos e ainda há quem lamente a mudança da Capital, como se Brasília fosse um peso, e o escândalo Arruda fosse único e exclusivo, não uma doença que assola o país. Falo que, sem Brasília, o Rio de Janeiro seria uma capital de paz, de ética, de justiça? O país estaria uma beleza? Depois desse meio século? O Rio de Janeiro tem o dobro de funcionários federais civis de Brasília ( 114.739 contra 61.698), conforme a (Folha). Pensem caros colegas ou imaginem como seria Cidade Maravilhosa sem a Capital da Esperança, acumulando os problemas intrínsecos a política e a administração federais, com uma geografia psicopata por morros e com a patologia urbana das favelas, do tráfego de drogas, de policiais e bicheiros que se matam a luz do dia, parece filme, mas não é; isto é uma guerra pelo poder, ok? Minha reflexão é que Brasília é uma cidade linda, solar, cheias de jardins e cercada de pobreza. Falo que como é a Zona Sul do Rio e os Centros Ricos de São Paulo, de Fortaleza, de Porto Alegre. Digo que não adianta demonizar a capital de JK, que simboliza vanguarda, progresso e esperança ( a última que morre), em desenvolvimento com a democracia. Defino dizendo que os problemas de Brasília não são de Brasília são do Brasil, ok? As eleições vem aí. PENSEM NISSO

Adalberto E.S.Alves - professor e pedagago - 27 de maio de 2010.

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