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sábado, 20 de agosto de 2011

DROGAS - Como membro dessa entidade - deixo aqui meu comentário a respeito de um assunto tão alarmante no Brasil e mundo afora.

Digo que o avanço das drogas, que ameaça transformar o sonho da juventude numa terrível frustação. A violência avança, impune, no Brasil e o seu principal “estopim” é a distribuição e o consumo de drogas. No mercado da cocaína o Brasil exerce triste liderança. O país é hoje o maior espaço consumidor de droga na América do Sul e provavelmente o segundo maior nas Américas. Cresce em progressão geométrica a demanda domestica. Ademais, somos, hoje, um importante corredor de distribuição mundial. Falo que se multiplicam, paradoxalmente, declarações otimistas a respeito das estratégicas de redução de danos. O essencial, imaginam os defensores da nova politica, não é a interrupção imediata do uso de drogas pelo dependente, mas ele tenha uma melhora em suas condições gerais. A opção, pela redução de danos pode ser justificada em determinadas situações, mas não dever ser quindas a condição da politica pública. Bom, caros colegas, afinal todos sabem que, assim como não existe meia gravidez, também não há meia dependência. Embora alguns usuários passam imaginar que sejam capazes de controlar o consumo, cedo ou mais tarde descobrem que, de fato já não são senhores de si próprios. Digo que, observa-se, igualmente um crescente movimento a favor da despenalização das drogas. Sobretudo da maconha. O dependente, de fato, não deve ir para a cadeia, precisa de ajuda, de apoio, de tratamento. Agora, o traficante, frio e calculista, deve pagar por ser crime com pena proporcional à gravidade, não se devem igualmente, subestimar os efeitos noviços da maconha para a saúde do usuário. Portanto, a erva (maconha) tem todos os males do tabaco e mais alguns, ou seja, a lista das mazelas provocadas pela maconha fumada é dependência química, bronquite, crônica, insuficiência respiratória, risco de doença cardiovasculares, câncer no sistema respiratório, diminuição da memoria, ansiedade, depressão, episódios psicóticos, leseiras, apatias e baixa no rendimento escolar, ok?


Concluo dizendo que a verdade precisa ser dita; pois está em jogo é a vida de nossos jovens. O hediondo mercado das drogas está dizimando a juventude. Ele avança e vai ceifando vidas nos barracos da periferia abandonada e no auê dos bares e boates frequentadas pela juventude bem-nascida. Movimenta muito dinheiro. Seu poder corruptor anula, na pratica, estratégias, meramente repressivas. Defino dizendo que a prevenção e a recuperação, únicas armas eficazes a média e a longo mais efetivo do governo e da iniciativa privada as instituições sérias e aos grupos da autoajuda que lutam pela reabilitação de dependentes . ok? Minha reflexão é sempre melhor apoiar o que já funciona do que cair na tentação de criar novas estruturas. Afinal, um adicto recuperado é o melhor aliado na luta contra as drogas.

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