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sexta-feira, 30 de julho de 2010

TRABALHO AOS ASSISTIDOS!!!

Caros colegas verdes, começo dizendo que quase 20% da renda das famílias brasileiras em todo país vêm de transferências previdenciárias os programas assistenciais do governo, uma tendência que, segundo o órgão, se consolidou nas últimas décadas, especialmente a partir da Constituição 1988. Digo que os números dão conta de que aproximadamente mais ou menos 21 milhões de pessoas conseguiram sobrepor à linha de pobreza, a partir da introdução de programas sociais que auxiliaram no combate à miséria extrema o no fortalecimento de camadas intermediárias. Falo que todas as regiões brasileiras foram beneficiadas com a situação, sobretudo as regiões Norte e Nordeste, sendo Piauí o estado com o maior participação das transferências nos rendimentos de 31,2%. Portanto, a cobertura previdenciária direta da população com idade ativa de 16 a 64 anos de idade passou de 37,4%, em 1978 para 49,9%, em 2008, incluindo quem contribui aos beneficiários do sistema ok No caso da cobertura indireta, como o cônjuge de chefe contribuinte, a cobertura passou de 14,4% em 1978, para 15,6%, em 2008. Digo que o total representa 81 milhões de pessoas, praticamente à metade da população brasileira. Se, por um lado, as políticas assistencialistas revelaram-se eficazes em cenário de pobreza extrema, por outro elas oferecem o risco de consolidar uma cultura de benevolência que acabará no futuro cerceando as oportunidades de aproveitamento do potencial produtivo do cidadão, limitando os mecanismos para que ele gere renda e saia da miséria por seus próprios meios; mesmo que reconhecida a necessidade premente dessas iniciativas, há de ressaltar que os recursos dirigidos a manutenção dos projetos sociais são extremamente elevados, obrigando a sobrecarga dos contribuintes dos setores produtivos. Concluo que o momento eleitoral é, sem dúvida, oportuno para o debate visando à formulação de novas políticas dirigidas a criação de frentes de trabalho para o aproveitamento desse contingente de assistidos, especialmente em áreas que não exigem níveis elevados de especialização da mão de obra. Enfatizar, nesse momento, a geração de renda por meio da ocupação de trabalhadores em projetos voltados a melhoria das condições de vida da população com habitação, saneamento, e infra-estrutura urbana, é de fundamental importância e, por isto, deve estar entre as principais prioridades das autoridades públicas,ok? Minha reflexão é que, propiciar o aumento das oportunidades no mercado de trabalho resultará no fortalecimento da economia e, como resultante, na redução da grande distância que separa os poucos ricos dos muitos pobres brasileiros, um contingente que, por certo, deseja menos complacência e mais dignidade. PENSEM NISSO. AS ELEIÇÕES VÊM AÍ

Adalbeto E. S. Alves – professor e pedagogo - 30 de julho de 2010.

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